água de madeiros

Hoje quando abri o e-mail pela manhã, o versículo que diariamente recebo era João 3:16. Assim de repente, senti um quentinho na pele. Estava sentada nas mesas do bar em água de madeiros rodeada de miúdos. Aquela sonolência tão característica das duas da tarde, depois de estar cheia até acima com os cozinhados da irmã Fernanda. Na pele, aquela humidade tão característica do pinhal de Leiria. Calções, chinelos e pés pretos da caruma. Um dia nublado, o sol entre as nuvens e a maresia que nos vai abraçando. A Madalena. Lá ao fundo sentada nas escadas a contar histórias. E o versículo João 3:16 sempre na ponta da língua. A Madalena sempre com o plano de salvação pronto a ser explicado. O Espírito a falar e a confortar, assim no meio da sala de aula. Depois um arrepio de frio, mas o coração quente pelas memórias do meu doce Portugal. Ai as saudades.

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